Tag Archive | "Cinema Nacional"

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VIII FANTASPOA abre inscrições para filmes de curta e longa-metragem

Postado em 27 fevereiro 2012 by Revista Acesso Total

O Fantaspoa, pioneiro no gênero fantástico no Brasil e um dos mais importantes festivais da América Latina, está com inscrições abertas até 15 de março, para filmes de curta e longa-metragem.  O FANTASPOA - Festival Internacional de Cinema Fantástico de Porto Alegre, que nesta edição acontece de 4 a 20 de maio, oferece uma programação diferenciada para os amantes da cultura cinematográfica e o estímulo à produção fílmica e à formação de plateias para o cinema.

 

Para participar das mostras competitivas, os filmes de longa-metragem devem ter no mínimo 50 minutos de duração e os de curta-metragem, até 25 minutos. Todos os filmes submetidos devem ter sido concluídos após 1º de janeiro de 2009 e enviados em mídia DVD ou Blu-Ray, para o seguinte endereço: Rua Dom João VI, 246 – Bairro Medianeira – Cep: 90660-020 – Porto Alegre/RS/Brasil. O regulamento completo está disponível no site: www.fantaspoa.com

 

Desde 2005, o FANTASPOA já exibiu cerca de 400 longas-metragens, 380 curtas-metragens e teve presentes 70 convidados (sendo 30 estrangeiros e 40 brasileiros). A qualidade da programação e a seriedade na produção, fez com que o festival ganhasse o reconhecimento e o prestígio do público e da crítica, tornando-se membro-fundador da Aliança Latino-americana de Festivais de Cinema Fantástico, associação que congrega festivais de cinema fantástico da América Latina. Atualmente, é o festival de cinema em Porto Alegre que possui maior média de espectadores por sessão, com a apresentação de filmes com salas lotadas, atraindo a atenção de pessoas do interior do Rio Grande do Sul e de outros Estados.

 

 

Serviço:

 

VIII FANTASPOA – Inscrições abertas até 15 de março

 

Endereço:

Dom João VI, 246

Bairro Medianeira

Cep: 90660-020

Porto Alegre/RS/Brasil

 

Regulamento: www.fantaspoa.com

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Elogiado “Amor?”, de João Hardim, entra em cartaz no CineBancários

Postado em 01 fevereiro 2012 by Revista Acesso Total

O CineBancários exibe, do dia 7 a 17 de fevereiro, o filme Amor?, de João Jardim. Essa é mais uma oportunidade para os porto-alegrenses reverem esse elogiado filme, que foi exibido em uma única oportunidade na sala do SindBancários em novembro de 2011.

Ingressos a R$5 para público geral e R$2,50 para bancários sindicalizados, estudantes, idosos, jornalistas sindicalizados e funcionários do GHC.

Amor? é um filme episódico que reúne oito histórias diferentes de casos de violência entre casais, tanto física ou psicológica. O diretor João Jardim baseou-se em depoimentos reais, que foram reproduzidos por atores profissionais, o que torna Amor? uma curiosa experiência de exploração das diferenças entre a linguagem documental e ficcional. São histórias que certamente farão com que o expectador, ao final do filme, se pergunte: qual a fronteira entre o amor e a obsessão?

A força dos depoimentos colhidos por Jardim, diretor conhecido por dois documentários de sucesso, Janela da Alma e Pro Dia Nascer Feliz, é potencializada pelas atuações de seu elenco, formado por atores conhecidos como Lília Cabral, Júlia Lemmertz, Eduardo Moscovis e Ângelo Antônio, entre outros. Sessões às 15h, 17h e 19h.

Amor?. Direção de João Jardim. Brasil, 2010. Duração: 100 minutos. Drama. Colorido.

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Documentário “Baile do Carmo” no FIFEQ – Festival Internacional de Filmes Etnográficos do Quebec

Postado em 20 janeiro 2012 by Revista Acesso Total

Dirigido por Shaynna Pidori e produzido por Daniel Hanai, o documentário “Baile do Carmo” figurou entre os 16 selecionados da edição 2009 do ETNODOC – edital de apoio a documentários etnográficos sobre patrimônio cultural imaterial, iniciativa do Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular e do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) com patrocínio da Petrobras.

A produção, que retrata o tradicional e peculiar baile de gala organizado há mais de 120 anos pela comunidade negra de Araraquara, teve sua estréia em abril de 2011 na programação da TV Brasil e desde então, percorreu mostras e eventos realizados por todo o país, como o I Encontro de Cultura Afro-Brasileira “África Diversa”, no Rio de Janeiro, e a Mostra Etnodoc em Manaus.

Seu êxito, porém, não se limita apenas ao território nacional: após exibição no Dockanema, o Festival do Filme Documentário de Maputo em setembro do ano passado, “Baile do Carmo” é um dos selecionados para a nova edição do FIFEQ, o Festival Internacional de Filmes Etnográficos do Quebec, em Montreal, no Canadá.

Criada por novos produtores de cinema de várias partes do globo, a mostra é focada em documentários sociais e realiza, paralelamente às exibições, fóruns que pretendem ressaltar a importância da linguagem visual no incentivo a discussões étnicas e culturais. Direcionados a profissionais da área, professores, estudantes e interessados em cinema, os debates motivam a troca de idéias e o compartilhamento de opiniões sobre grupos específicos da sociedade.

“Baile do Carmo” encaixa-se nesse contexto ao revelar a paixão pelas raízes e a vontade de mantê-las vivas que a população negra do interior de São Paulo possui. Construindo sua narrativa a partir das expectativas e do imaginário de freqüentadores do baile citado, o
documentário afirma o espaço dos afrodescendentes sem levantar bandeiras e mostra como o evento reforça a identidade e resistência dos mesmos.

O FIFEQ, que entra em sua quinta edição, acontecerá de 25 a 28 de janeiro de 2012. “Baile do Carmo” é uma das atrações do dia 27/1.

Informações sobre “Baile do Carmo” no FIFEQ – Festival Internacional de Filmes Etnográficos
do Quebec:

http://www.fifeq.ca

Trailer da produção:

Lista de exibições

- Lançamento Mostra Etnodoc – Rio de Janeiro (maio 2011)
- Lançamento oficial – SESC Araraquara (junho 2011)
- TVAra – junho 2011
- “África Diversa: I Encontro de Cultura Afro-Brasileira” – Rio de Janeiro (julho 2011)
- Mostra Etnodoc – Manaus (maio 2011)
- Dockanema – Festival de Maputo – Moçambique (setembro 2011)
- Centro Cultural Brasil Moçambique (setembro 2011)
- Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, no Curso de Patrimônio Imaterial da UFRRJ
(setembro 2011)
- TV Circulando (outubro 2011)
- Cineclube Paraty (outubro 2011)

 

Sobre os realizadores

Shaynna Pidori, diretora do filme, se interessou pelo tema enquanto cursava Ciências Sociais na Faculdade de Ciências e Letras (UNESP), em Araraquara. Jornalista formada pela FIAM, em São Paulo, ela conheceu a história na tese de mestrado “Uma interpretação do Baile do Carmo: memória, sociabilidade e identidade étnico-racial em Araraquara”, de Valquíria Pereira
Tenório. A ideia foi produzir um documentário que retratasse a contribuição dos negros à história do País, o que se tornou possível com o patrocínio da Petrobras.

Daniel Eiji Hanai é o produtor executivo do filme. Com especialização em Comunicação pela Cásper Líbero, Hanai já dirigiu e produziu curtas e animações na WEB. Foi vencedor do Festival Internacional de Curtas de São Paulo em 2001. O documentário foi realizado em parceria com Spline Multimídia, produtora que existe há mais de 10 anos na cidade de Araraquara.


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Novo filme de Wagner Moura tem exibição no Festival de Sundance

Postado em 20 janeiro 2012 by Revista Acesso Total

A nova produção da O2 Filmes, A cadeira do pai, estreia de Luciano Moura na direção de um longa-metragem, será exibido amanha, dia 20 de janeiro, no Festival de Sundance 2012, com a presença, na sessão, do diretor, do ator Wagner Moura, da roteirista Elena Soares, da produtora Bel Berlinck e do montador Lucas Gonzaga. O filme está em competição oficial na Mostra World Dramatic, do Festival de Sundance 2012, em Park City. Estrelado por Wagner Moura, Lima Duarte e Mariana Lima, o filme também apresenta o jovem Brás Antunes.  O primeiro clip do longa pode ser conferido no link: http://www.sendspace.com/file/raowf8

SINOPSE CURTA

A cadeira do pai é um thriller dramático. No fim de semana que completaria 15 anos, Pedro viaja mas não volta. Seu pai – o médico Theo – cai na estrada seguindo pistas desconcertantes. A viagem – que era para resgatar o filho – acaba transformando o pai.

 

Sobre o diretor / Luciano Moura

Luciano Moura, 48, nasceu no Rio de Janeiro e entrou para o universo das artes visuais ainda adolescente, como fotógrafo still. Estreou na direção com o curta-metragem Os Moradores da Rua Humboldt – premiado por Melhor Filme nos Festivais de Havana, Cartagena e RioCine; Melhor Filme pelo Júri Popular em Upsala (Suécia), e escolhido para a Seleção Oficial do New York International Festival, dentre outros. Também foi um dos diretores do documentário Todos os Corações do Mundo, Filme Oficial da FIFA sobre a Copa do Mundo de 94. Na O2 Filmes desde 2003, integra o quadro dos principais diretores da produtora. Na publicidade, dirigiu mais de 400 comerciais e ganhou diversos prêmios na área. Seu talento o fez ser hoje um dos diretores mais requisitados, dirigindo grandes produções nacionais e internacionais. Para ficção, Luciano dirigiu episódios do seriado “Filhos do Carnaval”, uma co-produção da O2 Filmes e da HBO, finalista do Emmy International além do primeiro episódio da série Antônia, uma co-produção da O2 filmes e da TV Globo.

A Cadeira do Pai será seu primeiro longa metragem.

 

PRODUTORA –O2 Filmes

Considerada uma das mais criativas e importantes produtoras brasileiras no mercado mundial, a O2 Filmes realiza projetos independentes e em parceria com grandes estúdios internacionais e emissoras de televisão. Criada em 1991 pelos sócios Fernando Meirelles, Paulo Morelli e Andrea Barata Ribeiro, a empresa já realizou cerca de 9 mil peças publicitárias e conquistou diversos prêmios, como Cannes Lions, Clio Awards, e é a maior vencedora do Prêmio Profissionais do Ano, promovido pela Rede Globo.

Para o cinema, produziu nove curtas e nove longas-metragens, entre eles o premiado Cidade de Deus (2002) – citado recentemente pelo site IMDB como um dos cinco melhores filmes da década – e o consagrado Ensaio Sobre a Cegueira (2008), ambos dirigidos por Fernando Meirelles. Em 2009, apresentou À Deriva, exibido no Festival de Cannes. Produziu também os filmes Contra Todos (2004), Antônia – O Filme (2007), Não por Acaso (2007), o premiado O Banheiro do Papa (2008), os documentários José e Pilar e Lixo Extraordinário, indicado ao Oscar de Melhor Documentário e o inédito Xingu, dirigido por Cao Hamburger .

Para a TV, realizou séries para a Rede Globo, como Cidade dos Homens (2002 a 2005) e Antônia (2006 a 2007). A mais recente foi Som & Fúria, uma adaptação da série canadense Slings and Arrows - e Filhos do Carnaval, para HBO, dirigida por Cao Hamburger, que teve duas temporadas.

 

DISTRIBUIÇÃO – Downtown Filmes

A Downtown Filmes é uma distribuidora dedicada exclusivamente ao lançamento de filmes brasileiros.

Fundada em 2006, sua estratégia de atuação é assegurar a distribuição do melhor do cinema nacional, através da colaboração com os principais produtores e diretores brasileiros, garantindo assim sua participação nos projetos, em seus diferentes estágios de desenvolvimento.

Isso garantiu à Downtown Filmes, a partir de 2008, a distribuição de importantes filmes que alcançaram um público expressivo, como Meu Nome Não é Johnny, de Mauro Lima, Divã, de José Alvarenga Jr, e Chico Xavier, de Daniel Filho.

A Downtown Filmes também incentiva novos talentos. Fazem parte da sua carteira filmes selecionados e premiados em importantes festivais nacionais e estrangeiros, como Crime Delicado e Cão sem Dono, de Beto Brant, Céu de Suely, de Karim Anouz, Estômago, de Marcos Jorge, e Só Dez Por Cento É Mentira, de Pedro Cezar.

A empresa é dirigida por Bruno Wainer, que tem no seu currículo a distribuição de alguns dos maiores sucessos do cinema brasileiro, entre os quais se destacam Olga, de Jayme Monjardim, Os Normais, de José Alvarenga Jr,Central do Brasil, de Walter Salles Jr, e Cidade de Deus, de Fernando Meirelles.

 

FICHA TECNICA

Direção: Luciano Moura

Roteiro: Elena Soarez e Luciano Moura

Produção: Fernando Meirelles, Andrea Barata Ribeiro e Bel Berlinck

Produção Executiva: Bel Berlinck

Direção de Fotografia: Adrian Teijido

1o. Assistente de direção: Isabel Valiante

Produtor de Elenco: Francisco Accioly

Direção de Produção: Fernanda Polastri

Montador: Lucas Gonzaga

Direção de Arte: Marcelo Escañuela

Técnico de Som: Paulo Ricardo Nunes

Figurino: Andrea Simonetti

Maquiagem: Martin Macias

Assessoria de Imprensa – Primeiro Plano

Anna Luiza Muller e Mariana Dratovsky

mariana@primeiroplanocom.com.br

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Mostra “Coordenadas” integra programação do Fórum Social Temático

Postado em 18 janeiro 2012 by Revista Acesso Total

Pela primeira vez, o Festival Latinoamericano de La Clase Obrera (Felco) realiza uma mostra cinematográfica em Porto Alegre, exibindo uma série de produções relacionadas a lutas e movimentos sociais. São 25 títulos, entre curtas, média e longas metragens, que podem ser vistos no CineBancários entre os dias 24 e 29, com entrada franca. Sessões às 15h, 17h e 19h. A programação integra o Fórum Social Temático.

Criado em 2004, por iniciativa de jovens cineastas argentinos, o Felco surgiu com o objetivo de dar vazão a filmes e vídeos comprometidos com as mobilizações dos setores populares da sociedade argentina (especialmente os trabalhadores terceirizados e desempregados).

O sucesso da iniciativa logo seria repetido na Bolívia, em 2005, e em 2006 o Felco teve sua primeira edição no Brasil. Está é uma oportunidade única para os espectadores locais entrarem em contato com algumas das experiências mais significativas de cinema e militância política na América Latina contemporânea.
PROGRAMAÇÃO

PROGRAMA 1 – Duração: 105 minutos

Causos, direção coletiva (RS, documentário, 10 minutos)
Documentário que expõe a polêmica remoção das famílias da Vila Dique, em Porto Alegre.

Cooperativa da Granja Julieta: Resistência e Esperança, direção coletiva (SP, documentário, 15 minutos)
O filme documenta a luta dos(as) catadores(as) da cooperativa de reciclagem da Granja Julieta, de São Paulo. A identidade com a classe trabalhadora se dá pelo processo de inserção daqueles considerados socialmente como ”marginalizados” ao processo de trabalho autogestionário, e a politização constante dos elementos que compõem o cotidiano da cooperativa.

De Muro em Muro, de Patrícia Alencar e Tche Araújo (SP, documentário, 26 minutos)
O documentário traz a produção artística do grupo de graffiti Gente Muda do Capão Redondo nos anos de 2007/08, revelando o cotidiano das intervenções e sua aceitação na cidade.

Itaqui re-vida, de XsugX e Jota (PR, documentário, 11 minutos)
O Jardim Itaqui, área do Estado do Paraná, é localizado na região metropolitana de Curitiba, em área de manancial. Por não ter acesso ao saneamento básico, luz, escolas e creches, posto de saúde e como se não bastasse, por ser ameaçado de despejo por uma mineradora que explorava areia dentro da vila também pela venda de terrenos já ocupados por dois irmãos grileiros, é que a comunidade deu início às lutas.

Jd. Prainha – Uma Casa Foi Demais, direção coletiva (SP, ficção, 12 minutos)
O vídeo documenta a reação e o processo de mobilização dos moradores do Jd. Prainha, comunidade do distrito do Grajaú, na zona sul de São Paulo, frente à derrubada de uma casa e à ameça de despejo.

Qual Centro?, direção coletiva (SP, documentário, 15 minutos)
O filme debate o projeto de revitalização da região central da cidade de São
Paulo tendo como personagens os moradores de uma ocupação num posto de gasolina e toda sua luta pelo direito à moradia.

Tucuruí, a Saga de um Povo, de Sílvia Alvarez (PA, documentário, 16 minutos)
O vídeo mostra que os mais de 25 anos de funcionamento da barragem de Tucuruí não significaram desenvolvimento para a região. Centenas de atingidos continuam sem indenização e as famílias que moram perto da hidrelétrica não têm luz elétrica e condições dignas de vida. Enquanto isso, a indústria do alumínio, maior beneficiada com a energia gerada pela barragem, vai lucrando. Além da denúncia, este material se preocupa em mostrar a luta e a esperança do povo de Tucuruí por seus direitos e por uma sociedade menos desigual.

PROGRAMA 2 – Duração: 145 minutos

Circuito Interno, de Júlio Martí (SP, ficção, 13 minutos)
Elias, um imigrante boliviano ilegal, pressionado por seus colegas de trabalho, busca uma forma de batizar seu sobrinho. Através da sua jornada de trabalho acompanhamos o cotidiano do abusivo universo nas oficinas de costura espalhadas no centro de São Paulo. Esta é uma obra ficcional, baseada em uma exploração factual.

Entre Nós, Dinheiro, de Renan Rovida (SP, ficção, 25 minutos)
É churrasco de fim de ano na firma, o Bar do Velho Cuba, e o que era para ser uma festa é trabalho para os funcionários. As relações mediadas pelo dinheiro e pela exploração se juntam ao discurso democrático do patrão e à sua própria ilusão no crescimento econômico do país. Trabalhando, é possível enriquecer? Um dia de “festa” na periferia do Capital.

Jennifer, de Renato Candido de Lima (SP, ficção, 29 minutos)
Jennifer, uma garota de 17 anos moradora da Vila Nova Cachoeirinha, manipula suas fotos no Photoshop para ficar mais bonita e mais clara com cabelos lisos. Num momento de sua vida em que se torna adulta, procura emprego, procura se relacionar com alguém que ela ame, Jennifer vive dilemas relativos à sua identidade numa sociedade que está calcada nos significados de branquitude.

Narrativas da Sé, de Diogo Noventa (SP, experimental, 20 minutos)
Videocriação em oito cenas realizadas a partir da observação de situações vivenciadas na Praça da Sé em São Paulo.

Videolência, de Daniel Fagundes, Diego ff. Soares, Paulo Pucci e Fernando Solidade Soares (SP, documentário, 58 minutos)
Uma reflexão sobre a recente manifestação audiovisual que a periferia propõe, discutindo os velhos padrões televisivos, política e sociedade dentro do movimento de vídeo popular, abordando suas próprias deficiências e apontando os valores desta nova produção.

PROGRAMA 3 – Duração: 123 minutos

America Lucha! – V Congresso de la CLOC, direção coletiva (Equador/Brasil, documentário, 27 minutos)
Tendo como mote o V Congresso da Coordenação Latino Americana de Organizações do Campo (CLOC-Via Campesina), ocorrido em Quito/Equador, em outubro de 2010, o vídeo mostra a luta dos movimentos sociais do campo contra o saqueio do capital e do império, pela terra e pela soberania dos povos da América Latina.

Entre Rios, de Caio Silva Ferraz (SP, documentário, 25 minutos)
A história de São Paulo e como essa está totalmente ligada com seus rios. Muitas vezes no dia-a-dia frenético de quem vive São Paulo eles passam desapercebidos e só se mostram quando chove e a cidade pára.

Flower Town, de Diogo Noventa (SP, ficção, 13 minutos)
O vídeo realizado com câmera de segurança narra uma situação no portão de acesso à cidade de Flower Town, onde dois guardas controlam a entrada e saída de civis.

No Meio do Caminho, de André Gomes e Luma Reis (SP, ficção, 14 minutos)
Um retrato da vida, onde os personagens são coletivos, e também expressões sociais. A cidade de São Bernardo do Campo é o pano de fundo para contar uma história comum nas grandes metrópoles brasileiras: dois jovens em uma moto indo para casa são abordados por policiais. “Enquadrados”, cada um expõe seu ponto de vista ante a simples pergunta “Onde você está indo?”. Sob a suspeita dos policiais, o resultado pode não ser apenas a violência.

O Paraíso em Suas Mãos, de Carolina Ghidetti (SP, ficção, 14 minutos)
Bandeiras, panfletos e discursos. Na cidade que não pára, todos trabalham para a Grande Construção.

Variante, de Pietro Picolomini e Ester Fér (SP, documentário, 30 minutos)
4h00, segunda-feira, estação de trem Estudantes, Mogi das Cruzes, São Paulo. Começa mais uma jornada na vida de quase meio milhão de pessoas, que dependem do trem para se deslocarem diariamente de suas casas, nas cidades periféricas da zona leste da Grande São Paulo, à capital paulista. O filme traça um olhar polifônico sobre essa viagem; arte, religião e trabalho são alguns dos aspectos retratados entre as múltiplas realidades deste local. O trem é observado como um espaço em contínuo processo de significação e reutilização: um permanente variante.

PROGRAMA 4 – Duração: 152 minutos

Entrevias, de Mario Cezar Rabello, Patricia Alencar e Tche Araujo (SP, documentário, 40 minutos)
O documentário propõe reflexões sobre intervenções urbanas a partir de grupos de diferentes vertentes artísticas que atuam na cidade de São Paulo.

Grajaú, Onde São Paulo Começa, de João Cláudio de Sena (SP, documentário, 25 minutos)
Articulado a partir da ideia de um streetmovie, o filme conduz sua narrativa a partir dos percursos e inquietações de vários artistas que vivem no Grajaú, carente e populoso bairro no extremo sul da cidade de São Paulo às margens da maior represa urbana do mundo. Fugindo dos estereótipos de exotização da violência e pobreza, o documentário busca construir a imagem deste imenso bairro paulistano, com mais de 500 mil habitantes, através da produção artística e de sua peculiar localização geográfica.

Grajaú, um Desenho de Cultura, direção coletiva (SP, documentário, 39 minutos)
Por que fazer um mapeamento dos ativistas culturais do Grajaú? Qual o intuito? Por que fazer um documentário sobre esse mapeamento? Como seria isso? Ninguém melhor que os próprios movimentos de cultura em questão pra responder essas perguntas, não? Artistas do distrito do Grajaú discutem como fazer um documentário e qual o potencial de sua arte no contexto em que vivem e trabalham.

O Sequestro da Cultura Brasileira, de Bruno Rico (SP, ficção, 33 minutos)
Filme sobre a tragifarsa da cultura brasileira. Cinco homens invadem um museu e roubam um quadro valiosíssimo, mas perdem um companheiro no assalto. A discussão sobre o que fazer desenvolve-se em meio a ambiguidades entre o crime, a arte, e inserções de trechos de Leone, Welles e Sganzerla. “ – O que é isso?! Meia dúzia querendo salvar a cultura brasileira! A cultura brasileira é coisa pra meia dúzia!”

Vila das Torres 2014, de Willian C. Duarte, Marta P. Santos, Lúcia Pego, Bruno Mancuso (SP, documentário, 15 minutos)
Um bate-bola bem humorado em torno do mega evento midiático, a “Copa do Mundo de Futebol de 2014”, visto a partir do ponto de vista de moradores da Vila das Torres, uma comunidade carente situada na região central de Curitiba. Como a Vila das Torres é vista entre os pontos turísticos de Curitiba? A Copa do Mundo trará algum benefício para esta comunidade? Como os moradores da Vila das Torres podem se organizar para fazer parte deste jogo? A partida já começou, vista as chuteiras e bola pra frente!

PROGRAMA 5 – Duração: 70 minutos

Sagrada Terra Especulada, direção coletiva (DF, documentário, 70 minutos)
A luta ideológica entre a permanência de uma comunidade indígena Fulni-ô, localizada no plano-piloto de Brasília, e a construção do bairro Setor Noroeste, destinado à classe alta do Distrito Federal. A questão da necessidade de novas construções, da sustentabilidade e a cobertura da imprensa são trazidas em uma linguagem simples e direta. Narrado pelo rapper Gê-Ó-Gê, é um grito contra a especulação imobiliária e pelo respeito à diversidade.

PROGRAMA 6 – Duração: 70 minutos

TAVA- Paraguay Tierra Adentro, de Lucas Keese, Lucía Martin e Mariela Vilchez (Paraguai/Argentina/Brasil, ficção, 70 minutos)
Combinando herança cultural indígena a perspectivas de emancipação socialista, o assentamento Tava Guaraní segue resistindo frente aos latifúndios de monocultura e aos ataques da elite agrária em seu país, o Paraguai.

Mostra Coordenadas – de 24 a 29 de janeiro de 2012

24 de janeiro (terça-feira)
15h – Programa 1 (105 minutos)
17h – Programa 3 (123 minutos)
19h – Programa 2 (145 minutos)

25 de janeiro (quarta-feira)
15h – Programa 4 (152 minutos)
18h – Lançamento do documentário “A década da perversidade” de Hique Montanari

26 de janeiro (quinta-feira)
15h – Programa 5 (70 minutos)
17h – Programa 6 (70 minutos)
19h – Programa 4 (152 minutos)

27 de janeiro (sexta-feira)
15h – Programa 3 (123 minutos)
17h – Programa 1 (105 minutos)
19h – Programa 2 (145 minutos)

28 de janeiro (sábado)
15h – Programa 1 (105 minutos)
17h – Programa 3 (123 minutos)
19h – Programa 4 (152 minutos)

29 de janeiro (domingo)
15h – Programa 6 (70 minutos)
17h – Programa 5 (70 minutos)
19h – Programa 2 (145 minutos)

CineBancários
(51) 34331205 / 04
Rua General Câmara, 424, Centro – POA

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Documentário sobre impacto ambiental nos oceanos é exibido nesta segunda

Postado em 16 janeiro 2012 by Revista Acesso Total

O CineBancários e o Instituto Sea Shepherd Brasil exibem nesta segunda, dia 16, às 19h, o documentário O Fim da Linha (The End Of the Line), de Rupert Murray. O filme aborda o impacto negativo nos oceanos devido ao alto consumo de peixes na alimentação humana. 

Baseado no livro de Charles Clovers, as filmagens duraram dois anos e seguem a trajetória de Clover enquanto este confronta políticos e restaurantes célebres. O documentário mostra a pouca preocupação pelos danos que a pesca predatória causa aos oceanos. Para isso, percorre o Estreito de Gilbraltar, as costas do Senegal e Alasca, visita mercado do peixe em Tóquio sempre entrevistando cientistas de renome internacional, pescadores locais e fiscais da pesca.

As imagens ainda mostram os efeitos do consumo excessivo dos animais marinhos como fonte de alimento e as profundas implicações de um mundo sem peixe, que causaria certamente a fome em grande escala.

 

Trailer do filme: http://www.youtube.com/watch?v=ZIl5kDyM0uM&feature=youtu.be

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CineBancários com estreia nacional exclusiva, o filme Simples Mortais

Postado em 05 janeiro 2012 by Revista Acesso Total

Finalizado em 2007, ano em que começou a ser exibido no circuito de festivais, só agora Simples Mortais ganha lançamento nos cinemas. O filme de Mauro Giuntini, realizado em Brasília, se insere na tradição das narrativas multiplot, que embaralham histórias de vários personagens. No caso, o roteiro de Di Moretti acompanha a vida de um grupo de pessoas que vivem na Capital Federal, e têm seus caminhos cruzados ao longo dos 80 minutos de projeção do filme.Amadeu (Chico Sant’Anna) é um funcionário público que toca teclado em churrascarias para complementar a renda. Viúvo precoce, há tempos desistiu da carreira artística e investiu na criação de Kdu (Eduardo Moraes), que agora batalha para ser músico de sucesso. Jonas (Leonardo Medeiros) é um escritor que, apesar de ter publicado alguns contos premiados, não consegue terminar um romance e leciona Literatura em uma universidade. Enquanto sustenta um casamento protocolar com Kátia (Alice Stefânia), mulher pragmática, encontra inspiração em sua aluna Yara (Tatiana Muniz), apaixonada por poesia. Diana (Narciza Leão) é uma bem-sucedida apresentadora de TV que sempre colocou a realização profissional em primeiro plano, mas agora tenta desesperadamente engravidar de seu jovem companheiro, o ator Gabriel (Sérgio Sartório), que está num momento bem diferente da vida.

Além do roteirista Di Moretti, Simples Mortais conta em sua equipe com vários profissionais de renome, como o ator Leonardo Medeiros (de Lavoura Arcaica e Cabra Cega) e o diretor de fotografia André Luís da Cunha, o mesmo do longa gaúcho A Última Estrada da Praia, de Fabiano de Souza.

Simples Mortais será exibido em 35mm e permanece em cartaz no CineBancários até o dia 22 de janeiro, em três sessões diárias, às 15h, 17h e 19h.

Simples Mortais. Direção de Mauro Giuntini. Brasil, 2007. Com Leonardo Medeiros, Tatiana Muniz, Chico Sant’Anna e Alice Stefânia. Duração: 80 minutos. Drama. Colorido. Classificação indicativa: 16 anos.

Ingressos:
- Público em geral: R$ 5,00
- Bancários e jornalistas sindicalizados, estudantes, idosos e funcionários do GHC: R$ 2,50


.: Funcionamento:
De terça a domingo

 

CineBANCÁRIOS

Rua General Câmara, 424, Centro – POA

Fones: 34331204 / 05 / 97661474 (Daniela)

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Bagé prepara III Festival de Cinema da Fronteira

Postado em 06 dezembro 2011 by Revista Acesso Total

Helena Ignêz e Jean-Claude Bernadet serão os homenageados, e exibições vão acontecer até no Uruguai

A organização do III Festival Cinema da Fronteira está divulgando a relação de curtas brasileiros selecionados para a edição que começa no próximo dia 10 em Bagé, prosseguindo até dia 17. O júri de seleção foi formado pelos realizadores gaúchos Boca Migotto, Frederico Ruas e Virgínia Simone. Ao todo, foram inscritos mais de 120 filmes.

Realização da Prefeitura Municipal de Bagé, através da Secretaria de Cultura, o festival terá duas mostras competitivas – Bagé 200 anos e Mostra Binacional – e três mostras não competitivas – Yaya Vernieri, Festin Bagé – Mostra da Lusofonia, e Mostra de Longas-Metragens. A curadoria do Festival é assinada pela jornalista e realizadora Aurora Miranda Leão, contando com a colaboração de uma comissão artística formada por Carmem Barros, Eliane Pacheco, Fabiane Lázzaris, Lisandro Moura, Sandra Carmerine, Vera Medeiros e Zeca Brito, artistas de Bagé.

Os homenageados desta edição são o ensaísta, pesquisador e crítico Jean-Claude Bernadet, e a atriz e diretora Helena Ignêz. O festival faz parte das comemorações dos 200 anos da cidade de Bagé, e é uma realização da Prefeitura Municipal através da Secretaria de Cultura sendo produzido pela Primeiro Corte Produções.

Do total de inscritos, foram selecionados 30 curtas-metragens de todas as regiões do país que enviaram trabalhos. Portanto, o festival exibirá todos os gêneros, englobando Ficção, Documentário, Animação e Experimental, com curtas do Rio Grande do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Goiás, Pernambuco, Paraíba, Ceará, Maranhão, totalizando nove estados de quatro regiões brasileiras.

Os selecionados

1. Céu, Inferno e Outras Partes do Corpo, Rodrigo John, RS (7m33s) Animação
2. O Céu no Andar de Baixo, Leonardo Cata Preta, MG (15m) – Animação
3. Abate, Lucas Sá (MA), 14m 10s, Ficção
4. Mantegna, de Meloo Viana, (PR), 10 m – Experimental
5. Corneteiro Não Se Mata, de Pablo Müller, (RS) 19m -Ficção
6. O Silêncio do Tempo, de Andre Cohim,  9m, PE – Fic
7. Doce de Coco, de Allan Deberton (CE), 15m, Ficção
8. A Fábula da Corrupção, de Lisandro Santos (RS), Animação, 8’15″
9. Brecha, de Júlia Araújo e Nathália D’emery (PE), Animação, 6 m

10. Apenas Um, de Leo Tabosa (PE), Ficção,  7? 58″
11. Um Conto à Deriva, de Germano Oliveira (RS), 15m Ficção

12. Pronta Entrega, de André Miguéis (RJ), Ficção, 11m21s
13. Travessia, de Kennel Rógis (PB), 14m, Doc
14. Poliamor, de José Agripino, SP, 15m Doc
15.Mato Alto Pedra Por Pedra, de Arthur Leite (CE), 15m, Doc
16. As Folhas, de Deleon Souto (PB), Ficção, 15m
17. O Cão, de Abel Roland e Emiliano Cunha (RS) 9m39s – Ficção
18. Kinopoéticas Katari Kamina, de Pedro Dantas (SP), 15m, Doc
19. Sete Voltas, de Rogério Nunes, SP, 20m Doc
20. Trajeto, de Leonardo Wittmann (RS), 14m – Ficção
21. O Ogro, de Márcio Júnior e Márcia Deretti (GO), 8m, Animação
22. O Brasil de Pero Vaz caminha (RJ), de Bruno Laet, Doc, 17’.40”
23. Marcovaldo, Cíntia Langie e Rafael Andreazza, 14m (RS), Ficção
24. Quando a Casa Cresce e Cria Limo, de Amanda Copstein e Filipe Matzembacher (RS),  14’26”  – Ficção
25. You Bitch Die!!!, de Lucas Sá (MA), 3’, Ficção
26. Biliu – O Maior Carrego do Brasil, de Lau Barbosa, PB, 15′ – Doc
27. Antoninha, de Laércio Ferreira (PB), 19’49″ – Ficção
28. A Invasão do Alegrete, de Diego Müller, 21m30s (RS), Ficção
29. Uma, de Alexandre Barcellos 14m 51s – ES, Doc
30. Asfixia, de Fábio Aguiar, 14 E 50, SP – Ficção

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CineBancários exibe filme sobre violência contra a mulher

Postado em 23 novembro 2011 by Revista Acesso Total

Para marcar o Dia Internacional de Combate à Violência contra as Mulheres, o CineBancários, em parceria com a Copacabana Filmes e E o Video Levou, realiza sessão de lançamento do DVD do filme Amor?, dirigido por João Jardim. A exibição acontece no dia 28 de novembro, às 19h, com ENTRADA FRANCA.

Após a sessão, haverá um debate reunindo a diretora do Departamento de Direitos Humanos e Cidadania da Secretaria da Justiça e dos Direitos Humanos,Tâmara Biolo Soares, e a coordenadora da Marcha Mundial de Mulheres e representante do Conselho Nacional dos Direitos das Mulheres (CNDM), Claúdia Prates.

*Neste lançamento estarão disponíveis para venda os DVDs do filme Amor? no estande da E o Video Levou localizado no saguão da sala de cinema CineBancários.

O filme

Amor? é um filme episódico que reúne oito histórias diferentes de casos de violência, física ou psicológica, contra a mulher. O diretor João Jardim baseou-se em depoimentos reais, que foram reproduzidos por atores profissionais, o que torna Amor? uma curiosa experiência de exploração das diferenças entre a linguagem documental e ficcional.

A força dos depoimentos colhidos por Jardim, diretor conhecido por dois documentários de sucesso, Janela da Alma e Pro Dia Nascer Feliz, é potencializada pelas atuações de seu elenco, formado por atores conhecidos como Lília Cabral, Júlia Lemmertz, Eduardo Moscovis e Ângelo Antônio, entre outros.

Ainda hoje, a violência doméstica é um dos maiores dramas vividos pelas mulheres brasileiras, especialmente no âmbito familiar, e encontra no filme de Jardim uma poderosa arma de denúncia e reflexão, que merece ser conhecido e sobretudo debatido pelo público.

Amor?. Direção de João Jardim. Brasil, 2010. Com Lília Cabral, Eduardo Moscovis, Júlia Lemmertz e Ângelo Antônio. Duração: 100 minutos. Drama. Colorido. 

CineBancários | Rua General Câmara, nº 424 – Centro – Porto Alegre / RS CEP: 90010-230

Fone (51) 3433-1205 / 97661474

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Premiado média-metragem “Viver Outra Vez” terá sessão especial na cidade de Santos

Postado em 07 novembro 2011 by Revista Acesso Total

Por iniciativa do ator e produtor santista Marcio Rosario, o filme será apresentado numa sessão beneficente para o GAPA/BS - Grupo de Apoio a Prevenção à AIDS da Baixada Santista, no Teatro Guarany

Produzido pelo produtor Santista Tres Tons Visuais, o premiado média- metragem “Viver Outra Vez”, já participou de mais de dez festivais nacionais e internacionais e ganhou o prêmio de Melhor Filme no Festival de Paraíso.

O média-metragem é o primeiro trabalho do jovem roteirista Beto Skubs, filmado no Retiro dos Artistas e no Parque Lage, no Rio de Janeiro.

Marcio Rosario, que além de ator é também produtor do média, não teve nenhum incentivo fiscal e contou apenas com recursos próprios e muita boa vontade de amigos e de uma equipe que abriu mão dos cachês para a realização do filme.

Marcio – que tem formação em produção de cinema no exterior – buscou no diretor americano Thomas Edward Hale – a qualidade de seu trabalho e a linguagem utilizada para mostrar de forma bonita e poética a realidade da terceira idade. O trabalho contou com uma equipe de 40 profissionais, entre atores e técnicos, e teve um apoio fundamental do Retiro dos Artistas (Rio de Janeiro) onde foram criadas praticamente todas as locações, trazendo um ambiente homogêneo e possibilitando uma economia na produção de baixíssimo orçamento.

Sobre o filme - “Viver Outra Vez” conta a história de dois velhinhos que residem em um asilo de idosos. Um deles, Tião, comunica ao parceiro de longa data, o rabugento Zé, que ganhou um prêmio na loteria. Acompanhados da enfermeira Silvinha, eles partem em busca de Maximiliano, filho que Tião não vê há muitos anos, para um reencontro emocionante com incríveis redescobertas sobre o significado de amor, companheirismo, família e amizade. O enredo aparentemente simples é na verdade surpreendente, comovente, delicado e cheio de mistérios.

No elenco estão: Gilberto Marmorosoch, Jorge Cherques, Marcio Rosario, Luiz Guilherme, Roberto Birindelli, Tatiana Monteiro, Cristiana Pompeo e Beth Brasil. Site http://www.viveroutravez.com/

Este foi o último trabalho do ator Jorge Cherques, que faleceu seis meses após a filmagem.

Sobre a sessão beneficente para o GAPA/BS

Além de sorteios, após a sessão o público também poderá participar de um bate-papo com integrantes do filme cujo tema será a importância de personagens da terceira idade em filmes de audiovisual e seus efeitos na sociedade.

A Litoral Cap irá falar sobre uma campanha da empresa sobre trabalho para terceira idade e alguns benefícios extras que irá trazer para cidade e logo após será realizado um coquetel.

O Evento está sendo produzido pelas produtoras santistas: Cida Cunha, Elis Lucas e Mea Matheus, sem fins lucrativos e teve o apoio cultural das empresas: Litoral Cap, Studio D Cabeleireiros, Xdesigns e Programa Atitude.

Serviço - Sessão especial do média-metragem “Viver Outra Vez” para o GAPA/BS - Grupo de Apoio a Prevenção à AIDS da Baixada Santista / Dia 7 de novembro de 2011 às 19h30 / Local - Teatro Guarany – Praça dos Andradas, 100 – Santos / Entrada – 1kg de alimento não perecível / Entrada sujeita à lotação do teatro /As portas do Teatro Guarany serão abertas as 19h30 / Site do Filme:www.viveroutravez.com

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O CineBancários lança com exclusividade o documentário Avenida Brasília Formosa

Postado em 04 novembro 2011 by Revista Acesso Total

O CineBancários lança com exclusividade no dia 8 de novembro o elogiado documentário pernambucano Avenida Brasília Formosa, de Gabriel Mascaro. O filme, que integra a série de lançamentos da Sessão Vitrine, projeto de distribuição de filmes brasileiros independentes implantado pela distribuidora paulista Sílvia Cruz (que também ocorre na Sala P. F. Gastal da Usina do Gasômetro), permanece em cartaz até 20 de novembro, nas sessões das 15h, 17h e 19h, sempre acompanhado pelo curta-metragem Material Bruto, de Ricardo Alves Júnior.

Avenida Brasília Formosa focaliza a transformação geográfica e cultural da famosa favela Brasília Teimosa, de Recife, que ganhou visibilidade nacional ao ser visitada pelo presidente Lula logo no início de seu primeiro mandato, em 2002. O diretor Gabriel Mascaro concentrou o foco de seu filme em um grupo de personagens que tiveram suas vidas transformadas depois que as antigas palafitas da favela deram lugar a uma nova avenida na capital pernambucana. O filme foi exibido em vários festivais no Brasil e no exterior, como a Mostra de Tiradentes e o Festival de Roterdã, na Holanda, um dos mais prestigiados do mundo, onde teve sua primeira exibição.

O diretor Gabriel Mascaro havia realizado anteriormente o documentário Um Lugar ao Sol, sobre moradores de coberturas de luxo, exibido há pouco na capital. Ao contrário de seu filme anterior, calcado em entrevistas com os retratados, aqui Mascaro simplesmente acompanha o cotidiano de seus personagens, no caso, um cinegrafista, uma manicure, um garotinho e um pescador, cujas vidas se encontram e desencontram na região retratada. O cinegrafista registra a festa de aniversário do menino e também faz um vídeo da manicure, que aspira a uma vaga num reality show. Segundo o crítico Alysson Oliveira, do site Cineweb, Avenida Brasília Formosa é “um retrato humanista repleto de subtextos – sociais, políticos, culturais – que registram um momento bastante marcante da história recente – seja pelo fortalecimento econômico e ascensão de classes mais pobres, ou mesmo o sonho de fama rápida”.

O curta Material Bruto, de Ricardo Alves Júnior, que acompanha as exibições de Avenida Brasília Formosa, é um ensaio experimental que mistura documentário e ficção. O filme foi realizado com pacientes de uma instituição mental de Belo Horizonte e recebeu prêmios em vários festivais, entre eles o CineEsquemaNovo.

Avenida Brasília Formosa. Direção de Gabriel Mascaro. Brasil, 2010. Duração: 85 minutos. Documentário. Colorido.

Material Bruto. Direção de Ricardo Alves Júnior. Brasil, 2007. Duração: 17 minutos. Experimental. Colorido/Preto e branco.

 

INGRESSOS: R$ 5,00 para público geral e R$ 2,50 para estudantes, idosos, bancários e jornalistas sindicalizados e funcionários do GHC

 

CineBancários

Rua General Câmara, nº 424 – Centro
Porto Alegre / RS
CEP: 90010-230 – Fone (51) 3433-1205 / 97661474

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7º FestCine Goiânia divulga produções selecionadas para a edição 2011 da mostra competitiva

Postado em 01 novembro 2011 by Revista Acesso Total

No total, são 12 longas-metragens nacionais, 5 curtas goianos de ficção, 5 curtas no formato documentário, 2 curtas de animação, 28 vídeos universitários e 17 vídeos caseiros
Foram 154 produções inscritas na sétima edição do FestCine Goiânia 2011.

Nesse período, cada membro das Comissões de Pré-Seleção assistiu e avaliou os filmes participantes, entre longas-metragens de Ficção e Documentário e curtas-metragens de Ficção e Documentários, vídeos universitários e vídeos caseiros.

Nas últimas semanas, as Comissões estiveram reunidas e discutiram, em conjunto, os méritos da cada filme, dentro dos critérios de avaliação. Com a soma dos votos de todos os jurados, em cada um dos quesitos, as produções receberam uma pontuação individual e chegou-se aos 69 filmes selecionados para a mostra competitiva deste 7º FestCine Goiânia.

O 7° FestCine Goiânia acontece de 04 a 11 de novembro no Centro Municipal de Cultura Goiânia Ouro.

FILMES SELECIONADOS
Longas Metragens
Documentários
01 – Colegas, Companheiros e Camaradas, de Ranulfo Borges
02 – Arquitetos do poder, de Vicente Ferraz e Alessandra Aldé
03 – As hiper mulheres, de Carlos Fausto, Leonardo Sette e Takumã Kuikuro
04 – Ela sonhou que eu morri, de Maíra Buhler e Matias Mariani
05 – Iván – De Volta ao Passado, de Guto Pasko
06 – Vou Rifar meu Coração, de Ana Rieper

Ficção
01 – Circular, de Aly Muritiba, Adriano Esturilho, Fábio Allon, Bruno de Oliveira e Diego Florentino
02 – Mãe e Filha, de Petrus Cariry
03 – O abismo prateado, de Karim Ainouz
04 – O Carteiro, de Reginaldo Faria
05 – O Céu sobre os Ombros, de Sérgio Borges
06 – O Homem que não Dormia, de Edgard Navarro

No site oficial: Confira a lista dos concorrentes.

 

Nota: via Goiânia Ouro

 

 

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CineBancários estreia com exclusividade em Porto Alegre o filme OS RESIDENTES

Postado em 24 outubro 2011 by Revista Acesso Total

Um dos títulos de maior destaque na mostra competitiva do Festival de Brasília em 2010, o longa-metragem mineiro Os Residentes, de Tiago Mata Machado, finalmente entra em cartaz em Porto Alegre. O filme estreia com exclusividade no CineBancários no dia 25 de outubro, permanecendo em cartaz até 6 de novembro, em três sessões diárias, 14h30, 17h00 e 19h30.

Em uma casa abandonada, um grupo de personagens – os “residentes” – instauram uma nova zona autônoma temporária. Jura e o filho alojam-se na cozinha, Matheus e Ava enfurnam-se num quarto, Dimas marca seu território pelas paredes da casa. Logo, eles receberão novos hóspedes: um velho militante neoísta, um auto-exilado e uma artista plástica de renome, aparentemente sequestrada. As ambiências lúdicas que o grupo cria dentro da casa começam repentinamente a se expandir pela cidade, em um filme de construção complexa, que estabelece um rico diálogo com o universo da arte contemporânea. Seus planos rigorosamente elaborados e a própria trama são uma homenagem direta ao cinema de Godard, especialmente a filmes como A Chinesa. Uma das curiosidades de Os Residentes é a participação no elenco de dois atores gaúchos, Melissa Dullius e Gustavo Jahn, atualmente radicados em Berlim.

No Festival de Brasília do ano passado, o filme de Tiago Mata Machado conquistou os prêmios de Melhor Atriz (Melissa Dullius), Atriz Coadjuvante (Simone Sales), Fotografia (Aloysio Raulino) e Trilha Sonora. Em 2011, Os Residentes também recebeu o Prêmio da Crítica o e Prêmio do Júri Jovem na 14ª Mostra de Cinema de Tiradentes e participou da seção Forum do Festival de Berlim, além de ter aberto a última edição do CineEsquemaNovo.

Os Residentes. Direção de Tiago Mata Machado. Brasil, 2010. Com Gustavo Jahn, Melissa Dullius e Simone Salles. Colorido. Duração: 120 minutos.

INGRESSOSR$ 5,00 para público geral e R$ 2,50 para idosos, estudantes, bancários e jornalistas sindicalizados e funcionários do Grupo Hospitalar Conceição

CineBancários:
Rua General Câmara, nº 424 – Centro
Porto Alegre / RS
CEP: 90010-230 – Fone (51) 3433-1205

 

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Cinema – Se Nada Mais Der Certo

Postado em 18 outubro 2011 by Revista Acesso Total

Sinopse

Aquele jogo na Barra Funda não deu certo, aquele serviço com o gordo não deu certo, aquele truque do Antenor não deu certo, aquele negócio com o padre também não deu certo, aquele cara que o Abílio pediu pra voltar também não deu certo, aquele trampo era furada, aquele cd pirata que eu comprei não funcionou, aquele fim de semana choveu, mas… tudo vai dar certo.

 

Release

 

Se Nada Mais Der Certo é o último longa do diretor José Eduardo Belmonte, é sobre ser ninguém numa cidade qualquer e o mal estar profundo que isso pode causar.

O filme mostra uma classe média achatada, num país cujo crescimento nos últimos anos ficou aquém do esperado. Uma infinidade de pessoas que vão se desesperando aos poucos. Parece mórbido, mas o filme encara o tema com muito bom humor e traz no final alguma esperança.

 

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Capitães de Areia hoje nos cinemas

Postado em 07 outubro 2011 by Revista Acesso Total

Os “Capitães da Areia” – Pedro Bala, Professor, Gato, Sem-Pernas, Boa Vida e Dora são personagens que Jorge Amado um dia criou para habitarem eternamente na memória de seus leitores. Abandonados por suas famílias, eles são obrigados a lutar para sobreviver pelas ruas de Salvador. Mais atual do que nunca, a história destes personagens imortais da literatura mundial nos emociona e inspira de forma profunda. Com direção de Cecília Amado.

Site: http://www.capitaesdaareia.com.br/

 

 

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Deck lança trilha sonora de “Uma Professora Muito Maluquinha”

Postado em 04 outubro 2011 by Revista Acesso Total

Sucesso da carreira de Ziraldo, a história do livro “Uma Professora Muito Maluquinha”, estreia no cinema no dia 07 de outubro. O filme, dirigido por André Alves Pinto e César Rodrigues, contou com um grande elenco e uma caprichadíssima trilha sonora, que será lançada amanhã, terça-feira (04/10) na Livraria Argumento (Rio de Janeiro).

A trilha é assinada por Ronald Valle, que além de já ter gravado com grandes nomes da MPB, como Wagner Tiso, Joyce e Nara Leão, já trabalhou várias vezes com Ziraldo, seja como regente do “Coral Maluquinho” no programa “ABZ do Ziraldo” da TV Brasil ou compondo trilhas para publicidade, vídeo e TV.

O CD é composto por 18 faixas, em sua maioria instrumentais. Há também a interpretação dos mineiros Milton Nascimento e Fernanda Takai para as canções de abertura e encerramento, respectivamente. O disco ainda traz a primeira música composta pelo Ziraldo, um bolero chamado “Para Siempre Los Dos” e a atriz Paola Oliveira, protagonista do longa, emprestando sua voz para a faixa “Era Tudo o que Eu Queria Ouvir”. Os sucessos “Menina, Amanhã de Manhã” (Tom Zé e Perna) e “As Time Goes By” (Herman Hupfeld) completam o disco.

 

Lançamento: Trilha Sonora de “Uma Professora Muito Maluquinha”

Data: 04/10/2011 (terça-feira)

Local: Livraria Argumento (Rua Dias Ferreira, 417 – Leblon – Rio de Janeiro /RJ)

Horário: a partir das 19h

Entrada Gratuita

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Lançamento de Elvis & Madona em Porto Alegre

Postado em 14 setembro 2011 by Revista Acesso Total

Depois de uma longa e festejada carreira pelos festivais de cinema, finalmente entra em cartaz a comédia romântica Elvis & Madona, primeiro longa-metragem do diretor carioca Marcelo Laffite

Elvis & Madona conta a história de um improvável casal formado por uma travesti, Madona (Igor Cotrim) e uma fotógrafa lésbica que trabalha como entregadora de pizza, Elvis (Simone Spoladore). O encontro e o gradual processo de aproximação entre esses dois personagens é mostrado pelo diretor Marcelo Laffite de forma ao mesmo tempo delicada e bem humorada, o que faz com que a dupla conquiste uma empatia imediata com o público, que torce para que ambos superem os inúmeros obstáculos e preconceitos colocados em seu caminho ao longo da narrativa e cheguem a um final feliz.
Além de um roteiro ágil e repleto de acontecimentos, o grande trunfo de Elvis & Madona é seu elenco. Os protagonistas Igor Cotrim e Simone Spoladore imprimem enorme veracidade aos seus personagens e são amparados por um time de coadjuvantes de luxo, no qual se destacam as participações de Maitê Proença, José Wilker e Buza Ferraz (naquele que seria seu último trabalho). Com estes elementos, o diretor Marcelo Laffite realiza uma obra que defende a liberdade dos afetos e coloca em xeque os papéis sexuais tradicionais, revelando os novos e surpreendentes arranjos familiares do mundo contemporâneo.

Elvis & Madona. Brasil, 2010. Direção de Marcelo Laffite. Com Igor Cotrim, Simone Spoladore, Maitê Proença, José Wilker e Buza Ferraz. Duração: 105 minutos.

 

22 de setembro (quinta-feira)
18h30 – Coquetel de lançamento, seguido de exibição do filme e debate com o ator Igor Cotrim e o diretor Marcelo Laffite (entrada franca)

Elvis & Madona permanece em exibição no CineBancários até o dia 9 de outubro, em três sessões diárias, às 15h, 17h e 19h. Ingressos a R$5,00 para público geral e R$2,50 para idosos, estudantes, bancários e jornalistas sindicalizados e funcionários do GHC.

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Filme “VIANAMOOG/LUCASMOREIRA” será exibido na sexta-feira, 9/9 em sessão exclusiva

Postado em 06 setembro 2011 by Revista Acesso Total

Será exibido, às 22h desta sexta-feira (9/9), na Biblioteca Municipal de São Leopoldo,
o filme VIANAMOOG/LUCASMOREIRA. A película faz parte do projeto homônimo, que é resultado da fusão entre a explosão sonora da banda Viana Moog, de São Leopoldo, e a colagem e manipulação visual de Lucas Moreira.
São 13 músicas ilustradas através de imagens abstratas e surreais que cobrem todo o segundo álbum da banda. Originalmente criado para ser projetado durante shows, desta vez o vídeo será exibido sozinho como filme pela primeira vez, para que possa ser apreciado por completo. A apresentação é parte da programação.
A entrada é gratuita.

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Londres recebe Festival Brasileiro de Cinema

Postado em 05 setembro 2011 by Sonia Ferreira

Primeira etapa europeia do Circuito Inffinito de Festivais 2011 exibe produções brasileiras como O Homem do Futuro e homenageia a carreira de Paula Barreto

 

O Circuito Inffinito de Festivais dá continuidade às comemorações dos seus 15 anos como a maior vitrine do cinema nacional no exterior e, após o sucesso das edições de Nova York (junho) e Miami (agosto), nos Estados Unidos, chega a Londres, na Inglaterra. De 6 a 10 de setembro, a capital inglesa recebe a primeira perna europeia do circuito deste ano, a terceira edição do Brazilian Film Festival of London, festival com exibições de produções cinematográficas brasileiras – entre longas e curtas – como o documentário Filhos de João, O Admirável Mundo Novo Baiano, de Henrique Dantas, lançado no Brasil em julho, O Homem do Futuro, de Cláudio Torres – previsto para estrear em setembro – e o drama 180º, de Eduardo Vaisman, entre outros filmes selecionados por nomes como Fernando Meirelles e Bianca de Felippes. A programação inclui ainda a entrega do Prêmio Lente de Cristal ao Melhor Longa-Metragem escolhido pelo público e uma homenagem da organização WFTV (Women in Film and Televion) à produtora Paula Barreto.

Por meio de festivais como o Brazilian Film Festival of London a Inffinito reafirma seu compromisso de promover e difundir o produto audiovisual brasileiro no mundo todo, fortalecendo a imagem do Brasil e criando um ambiente propício à prospecção de novos negócios entre os profissionais que enchem as salas de cinema em meio ao público curioso formado por locais, brasileiros radicados no exterior e turistas de diferentes nacionalidades.
A terceira edição do Brazilian Film Festival of London começa no dia 6 de setembro, com a cerimônia de abertura no prestigiado BAFTA (British Academy Film and Television Arts) e a exibição hors concours de O Homem do Futuro, de Cláudio Torres, previsto para estrear no circuito comercial brasileiro no dia 2 de setembro. A partir do dia seguinte, as salas do Odeon Covent Garden acolherão sessões de nove longas-metragens e nove curtas da safra 2010/2011. Por trás da seleção está o time de curadores do Circuito Inffinito de Festivais, que este ano conta com o cineasta Fernando Meirelles (Cidade de Deus), a produtora Paula Barreto (Lula, o Filho do BrasilDona Flor e Seus Dois Maridos), o distribuidor Marco Aurélio Marcondes, o diretor do site Filme B, Paulo Sérgio Almeida, a diretora geral da Migdal (Nosso Lar), Iafa Britz, e a produtora e distribuidora Bianca de Felippes (Carlota Joaquina).

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Hasta la vista, baby – Crítica: “O Homem do Futuro”

Postado em 01 setembro 2011 by Eder Albergoni

Nem o amor e nem a vida são adiáveis. Nem o amor e nem a vida acontecem com hora marcada, e muito pouco se sabe se acontecem. O tempo é só uma medida de estabelecer um padrão, correto ou não, absoluto ou não, definitivo ou não, onde a vida, e só então o amor, se encaixam.

Zero (Wagner Moura) é um cientista que dá aulas na faculdade e trabalha num projeto que busca desenvolver a aceleração de partículas pra que sejam usadas como uma nova fonte de energia. Zero, meio sem querer, acaba descobrindo uma máquina do tempo. Acontece que Zero, há muito tempo, levou um baita fora da namorada Helena (Alinne Moraes) e nunca mais foi mesmo. Sua vida mudou pra pior e ele se tornou uma pessoa frustrada e marcada por esse acontecimento.

Zero tem a oportunidade de mudar tudo o que aconteceu em sua vida à partir daquele ponto e provar que podemos mudar sendo nós mesmos, principalmente quando não somos os alvos da brincadeira e ironia da vida, e só então do amor. O que Zero descobre, mas já sabe antes mesmo de entrar na máquina (e nos dá a resposta), é que o universo e o esquema tempo/ espaço encontra sua forma de recolocar tudo de volta em seu devido lugar.

Concebemos e percebemos nossas escolhas como melhor caminho para aquilo que julgamos certo. Às vezes usamos isso como única escolha possível e desconsideramos as variáveis que somos. Não somos tão constantes quanto pensamos, mas medimos tudo com a nossa expectativa e projeção, como se aquilo que desejamos, sonhamos e queremos tivesse o mesmo peso das nossas realizações. O homem do futuro mostra a decepção da alternativa, quando tentar consertar o que tá quebrado não é uma alternativa.

Dr. Emmit Brown já nos ensinava, na década de 80, sobre realidades alternativas e as consequências de suas viagens pelo tempo. Ao voltar anos atrás e alterar a ordem original de sua vida, Zero inicia uma cadeia de acontecimentos inesperados que o obriga a voltar de novo até o fatídico dia pra tentar consertar a besteira que fez. É nessa percepção do mundo que ele tem sua revelação. Coincidência ou não, observando a situação pelos olhos de outra pessoa.

Zero é a ilustração do homem que não aceita seus fracassos por falta de acreditar em si mesmo e no rumo que deu na própria vida e consequentemente no amor. Esse amor que consegue ser tão grande, que acaba maior que o próprio homem e o prende nesse ciclo interminável da tentativa pela culpa, excluindo a capacidade que tem em superar o tempo e manter o amor através dele. O homem do futuro nos dá razões pra pensarmos em nós mesmos utilizando nosso passado em favor do que há de vir.

Não há conclusões e garantias, nem o amor e nem a vida se encaixam perfeitamente, e nem nós, talvez, tenhamos todo tempo do mundo. Isso torna a regra uma exceção, nos forçando aleatoriamente a encontrar e construir o nosso tempo certo, demore o tempo que demorar.

Tecnicamente o filme escorrega em alguns momentos. Cabe dizer que os cenários construídos digitalmente são muito fracos, lembrando a paisagem fake de Nosso Lar. A interpretação de Tempo Perdido, a trilha sonora caprichada, os olhos e lábios de Alinne, e as caras e jeitos do triplicado Zero de Wagner, não salvam o filme de certa comodidade e nem da falta de ousadia na tentativa de um enredo mais antológico. nesse ponto, o homem do futuro não é mais do que uma comédia romântica das melhores que Hollywood já produziu.

 

Título: O Homem do Futuro

Direção: Claudio Torres

Estreia: 02 de setembro

Site e blog: http://www.ohomemdofuturo.com.br/ 

 

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